ECA

Posicionamento da Fundação Abrinq perante o Estatuto da Criança e do Adolescente

Submitted by admin on 27/08/2018

A Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e do Adolescente vem a público se posicionar contra qualquer manifestação que atente os avanços conquistados pelo Brasil, especialmente, os conquistados pela vigência do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Pela primeira vez no Brasil, desde 1990, temos uma legislação que reconhece:

· Crianças e adolescentes, de 0 a 18 anos, como cidadãos (não sendo mais objetos de tutela do Estado e do Juiz de Exceção);

Estatuto da Criança e do Adolescente: 28 anos depois

Submitted by admin on 13/07/2018

No momento em que comemoramos 28 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Lei 8.069/1990, que regulamenta o artigo 227 da Constituição Federal de 1988, é importante fazer uma reflexão sobre o que avançou e o que ainda são desafios para garantir que esses direitos, assegurados na Carta Magna e no Estatuto da Criança e do Adolescente — ECA, sejam efetivamente realizados.

O direito de ser criança - 27 anos do ECA

Submitted by admin on 16/08/2017

Toda criança tem o direito de crescer em um ambiente seguro e protegido, com carinho, saúde, atenção e alimentação. Mais do que isso, ela tem o direito de brincar, se divertir, explorar novos espaços dentro e fora de si mesma. Para uma criança crescer saudável e feliz, é preciso que sua integridade seja respeitada e encorajada, dentro e fora de casa, onde a família, o Estado e a sociedade atuam: seu espaço de desenvolvimento é o mundo e todos nós somos responsáveis em todos esses ambientes que recebem as crianças.

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“Conheci o Estatuto da Criança e do Adolescente aos 8 anos de idade” — Anna Luiza Calixto

Submitted by admin on 16/08/2017

Anna Luiza Calixto tinha de 7 para 8 anos quando se deparou com um livro bem pequenininho, mas com tamanha importância: o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). “Nessa idade eu sempre escrevia minhas próprias histórias em folha de almaço e pedia para a escola deixar na biblioteca. Fui conhecer o ECA porque eu sempre gostei muito de ler, e fiquei muito curiosa sobre uma lei que era voltada exatamente para mim e outras crianças!”, explica a jovem.

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