O aleitamento materno em geral causa muitas dúvidas e até anseios para muitas mulheres. Em meio à uma pandemia é natural que essas dúvidas se intensifiquem, deixando muitas mães preocupadas e com receio de prosseguirem com a amamentação.
Amamentação

Os primeiros anos de vida de uma criança são fundamentais para o desenvolvimento de uma vida saudável. Porém, um bom crescimento, desenvolvimento e aprendizado dependem tanto da genética – a herança que recebe dos pais – quanto dos cuidados e da atenção que a criança receberá da mãe, da família e da comunidade em geral. Para ter certeza que o bebê está se desenvolvendo dentro da normalidade, este deve receber os cuidados necessários e uma boa nutrição o mais cedo possível.

O aleitamento materno traz vários benefícios para a mãe e o bebê, além de ser um alimento fundamental ao desenvolvimento e vínculo da criança e da nutriz. O ideal é que aconteça de forma exclusiva e em livre demanda, desde a sala de parto até o sexto mês, e complementar até os 2 anos ou mais.

Como a maioria das gestantes, Vanessa contava os dias para ver sua filha nascer. Queria conhecê-la, ver seus traços, poder amamentá-la. Entretanto, não sabia que para conseguir coisas básicas de toda maternidade, precisaria passar por momentos tão difíceis.

Sabendo dos desafios presentes no aleitamento materno, a Fundação Abrinq lançou um e-book com dicas e orientações sobre o tema para todos que desejam saber mais sobre o assunto.
O material tem o objetivo de sensibilizar, informar e orientar a sociedade sobre a importância do aleitamento materno. Para isso, aborda as diferentes fases da amamentação, desde o aleitamento exclusivo durante os seis primeiros meses de vida do bebê, até o complementar durante dois anos ou mais.

A amamentação é uma das etapas mais importantes para o bebê e para a mãe, visto o número de benefícios que gera para ambos, em especial o fortalecimento do vínculo afetivo. Mas além de gerar diversas vantagens para a dupla e para a família, o aleitamento materno também é capaz de reduzir em até 13% a mortalidade de crianças menores de 5 anos, decorrente de causas evitáveis, visto que ele ajuda a prevenir casos de diarreia, infecções respiratórias, doenças como diabetes, colesterol alto e até obesidade.

Que a amamentação faz bem, todos já sabem. Por isso, todos os anos, é realizada a Semana Mundial de Aleitamento Materno, que ocorre entre os dias 1 e 7 de agosto, com o objetivo de sensibilizar e orientar a sociedade sobre a importância dessa prática.
Para explicar mais sobre o aleitamento materno, a Winne Correia Fontes, coordenadora de segurança alimentar de São Cristóvão (SE), esclarece algumas dúvidas frequentes.
Por que o aleitamento materno exclusivo até os seis meses é essencial para o desenvolvimento do bebê?

Júlia sempre sonhou em ser mãe. Ela só não esperava que fosse tão cedo: com 17 anos. Com a notícia da gestação, vieram as dúvidas e incertezas. Mas foi em um grupo de gestantes que Júlia entendeu suas reais responsabilidades e desafios da maternidade.
No pequeno posto de saúde de Biritiba Mirim, Região Metropolitana de São Paulo, Júlia é a primeira a chegar na reunião do grupo de gestantes, iniciativa criada dentro do Projeto Juntos para Mudar, da Fundação Abrinq em parceria com a Johnson & Johnson.

Algumas mães sentem alguns desconfortos na hora de amamentar. A Fundação Abrinq te ajuda a descobrir se você precisa de ajuda quando...

Você sabe identificar os sinais de que está tudo ocorrendo bem com a amamentação do bebê?
- Mãe aparenta estar saudável e relaxada, mantendo vínculo com o bebê;
- Bebê tranquilo e procurando o peito se estiver com fome;
- A mãe não pode estar com desconforto na mama ou sentindo dor;
- Alimentar-se e hidratar-se adequadamente. Sempre que estiver amamentando tenha uma garrafinha de água à mão.